Paulo faz a transição das grandes verdades doutrinárias dos capítulos anteriores para a vida prática. A oferta que agora se pede não é de animais, mas de nós mesmos — corpos vivos, entregues como culto racional.
A renovação da mente é o meio pelo qual deixamos de ser moldados pelo mundo e passamos a discernir a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. É um trabalho diário do Espírito sobre o modo como pensamos.